quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sevilha tem Cultura


Sevilha é uma das mais importantes cidades da Espanha e da Andaluzia. Com mais de um milhão de habitantes, a cidade expira arte, cultura e sobretudo diversão. Uma cidade de turismo intelectualizado, diferente do turismo de massa, praticado no litoral por quem quer apenas se bronzear. Sevilha está longe disso. Tem ares de cidade de interior com suas ruelas e becos, pracinhas escondidas e seus infinitos bares de 'tapas' (saborosos tira-gostos típicos).

Conta a lenda que é em Sevilha que mora a alma espanhola, onde a Espanha é mais profunda e cigana. Toda a tradição do país está preservada na cidade, onde é possível encontrar touradas e flamenco, belas praias e um povo simpático e hospitaleiro que gosta de conversar, conhecer gente nova.

A cidade oferece monumentos de valor incalculável. Diz uma canção que Sevilha tem uma cor especial. São centenas de atividades, de lugares para ir, apreciar sua gastronomia , conviver com seu povo. Pode-se passear ao longo do rio Guadalquivir, jogar golfe, fazer canoagem, visitar sua catedral, passear pelo Parque Maria Luiza, visitar seu parque temático Ila Mágica, que vai nos mostrar boa parte da cultura da cidade e ao mesmo tempo nos levar a dar uma volta pelo mundo.

HISTÓRICO
A catedral de Santa Maria é testemunha de um importante pedaço da história do país, que se deu no século oito, quando os muçulmanos partiram da África para conquistar a Europa. As quatro paredes externas refletem um dos tabus da cultura muçulmana, que consiste em não fazer representações de seres humanos.

A catedral de Santa Maria merece uma atenção especial: é uma catedral gótica, umas das igrejas católicas maiores do mundo apenas superada pela de São Pedro no Vaticano e de São Paulo em Londres. Em seu interior encontra-se o Arquivo das Índias, onde está parte dos tesouros da época dos descobrimentos.

Acredita-se que as tapas são originárias de Sevilha. Também se bebe na região maravilhosos vinhos fortes. Os presuntos lá fabricados são considerados pelos sevilhanos como os melhores do mundo. Os bares oferecem porções de lulas, omeletes e salames condimentados. Na movimentada "Calle Betis", encontram-se bares de música "flamenquita" e outros com música mais moderna que fecham depois das três horas da manhã. Seja qual for sua escolha, é certo que você sairá bem tarde, com novas amizades e uma ressaca provável no dia seguinte.

DATAS
Há duas datas em que Sevilha fica ainda mais especial: uma é a feira de Abril de Sevilha, uma das mais importantes e esperadas feiras do mundo, e a Semana Santa de Sevilha, a comemoração mais fervorosa da Espanha.

A feira de abril ocorre há mais de 150 anos na cidade. São duas semanas de festa, dança e diversão que atraem milhares de turistas. É um espetáculo musical e de luz, com mais de 400 mil lâmpadas acesas, trajes de ciganas, touros e, claro, de futebol, uma vez que os times rivais Betis e o Sevilha estão presentes em todos os cantos. Pode-se dar um passeio a cavalo pelo recinto, visitar as barracas, apreciar sua gastronomia. De fato, é uma feira cheia de interesses, da qual vale a pena participar caso sua viagem seja nesse período.

LUGARES PARA COMER
Alameda Hercules -possui vários bares que servem tapas. Um dos mais recomendados é o Las Columnas

Calle Betis é outra área famosa de lá, com ótimos restaurantes com vista para o rio.

Orsini - pequeno e descolado, o menu tem pizza e comida italiana. Lá a comida é boa e os preços são bons.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Homem Avião?

Pensa que só mulher pode ser comparada a um avião? Não mesmo!!!


HOMENS TAMBEM, SÃO VERDADEIROS AVIÕES

O Homem, até os 20 anos:

Avião de Papel.

Apenas vôos rápidos, de curto alcance e duração.

Dos 20 aos 30:

Caça Militar.

Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.

Dos 30 aos 40:

Aeronave Comercial de Vôos Internacionais.

Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Vôos longos, com raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 40 aos 50:

Aeronave Comercial de Vôos Regionais.

Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros.
Os vôos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.


Dos 50 aos 60:

Aeronave de Carga.

Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem.
A clientela é composta majoritariamente por malas e bagulhos diversos.



Dos 60 aos 70:

Asa Delta.

Exige excelentes condições externas para alçar vôo. Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora.
Após aterrissagem, desmonta e guarda o equipamento.


Dos 70 aos 80:
Planador.
Só voa eventualmente e com auxílio. Repertório de manobras extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.


Após os 80:
Modelo Antigo
.

Só enfeite.